
O ministro Luiz Fux, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), anunciou que o combate à violência contra a mulher será uma das prioridades da gestão do órgão. A declaração reforça o compromisso do Judiciário em intensificar ações e políticas voltadas para a proteção e o amparo das vítimas.
Defesa de magistrado afastado se manifesta
Em paralelo, a defesa do ministro que teve seu afastamento questionado, representada pelos advogados Paulo Emílio Catta Pretta e Maria Fernanda Ávila, emitiu nota à imprensa. Segundo eles, o afastamento é desnecessário e não representa um risco concreto para a investigação em curso.
Argumentos da defesa
A defesa argumenta que o afastamento de um magistrado antes do julgamento do pleno contraditório estabelece um precedente arriscado. Destacaram ainda que as contraprovas já estão sendo coletadas, o que permitirá uma análise mais serena e racional dos fatos ao final do processo.
Com informações da Agência Brasil





