
O ex-diretor Silvinei Vasques, condenado a mais de 24 anos de prisão em ação penal ligada a uma trama golpista, rompeu a tornozeleira eletrônica e deixou o Brasil em direção ao Paraguai durante a madrugada de Natal. Meses depois, foi localizado no aeroporto de Assunção, tentando embarcar para El Salvador com um passaporte supostamente falso, segundo as autoridades.
Detalhes da fuga e evidências disponíveis
Imagens de monitoramento do prédio onde Vasques morava em São José (SC) mostraram o ex-diretor deslocando-se com um pitbull, sacos de ração e tapetes higiênicos para cães, itens que teriam sido colocados no veículo de fuga pouco antes de a saída ocorrer, por volta das 19h20 do dia 24 de dezembro.
Cartas que embasaram a resposta judicial
Após tomar conhecimento da tentativa de fuga, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a prisão preventiva do ex-diretor, sob justificativa de manter a ordem pública e assegurar a efetividade da pena. Até o momento, não houve divulgação oficial sobre o estado de saúde ou bem‑estar do animal.
Próximos passos e implicações institucionais
Vasques deve ser entregue à Polícia Federal nas próximas horas para responder às questões legais no Brasil. O episódio reacende debates sobre o monitoramento de detidos sob regimes especiais e a eficácia das tornozeleiras eletrônicas em casos de fuga. Com informações da Agência Brasil.





