O Superior Tribunal de Justiça aceitou o pedido de recurso – chamado de gravo de instrumento – , do Ministério Público que pedia a revisão monocrática do ministro João Otávio de Noronha, que revogou a prisão de Monique Medeiros no dia 26 de agosto.
Com a decisão, a Quinta Turma do Tribunal – formada pelos ministros Félix Fischer, Reynaldo Soares da Fonseca, Jorge Mussi, Joel Ilan Paciornik e Ribeiro Dantas – , vai analisar a revogação do colega João Otávio de Noronha e decidir se ela será mantida ou revertida.
Decisão já tem data para ser analisada
Além da divulgação da aceitação do agravo de instrumento, a data em que os ministros vão se reunir para analisar o pleito também já foi definida: será no dia 27 de setembro.
O Ministério Público entrou com o recurso no dia 30 de agosto para tentar mudar a decisão judicial que deu liberdade sem nenhuma medida cautelar a Monique Medeiros.
Na sequência, o pai do menino Henry Borel, o engenheiro Leniel Borel, também entrou com um recurso para tentar mudar a decisão do Superior Tribunal de Justiça.
Monique é ré, junto com seu ex-marido, Jairo Souza Santos Júnior, o ex-vereador Doutor Jairinho, pela morte do filho dela, Henry Borel. A criança morreu em 2021 com sinais de agressões, e as investigações apontam que o padrasto – que segue preso -, é culpado, e que a mãe foi omissa. Monique deixou a prisão no dia 29 de agosto. Com informações do G1





