
Will Bank: o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) iniciou a segunda fase de pagamentos e liberou R$ 6,06 bilhões para cerca de 312 mil credores com valores a receber entre R$ 1 mil e R$ 250 mil.
Como receber
Os pagamentos são feitos exclusivamente pelo aplicativo do FGC. Para movimentar o pedido, o cliente deve seguir o passo a passo no app.
Passo a passo
Baixar o aplicativo do FGC.
Realizar cadastro na plataforma.
Conferir e complementar informações.
Enviar documentos exigidos e formalizar o pedido de ressarcimento.
O FGC orienta que os usuários mantenham as notificações do aplicativo ativas para acompanhar o andamento da solicitação e eventuais pendências. O fundo alerta que não entra em contato por telefone, redes sociais ou aplicativos de mensagens para pedir dados ou senhas; todo o processo deve ser feito apenas pelos canais oficiais.
Balanço dos pagamentos
A primeira etapa, iniciada em fevereiro, contemplou clientes com até R$ 1 mil a receber. Até agora, foram pagos R$ 126 milhões a mais de 1,1 milhão de pessoas.
Desde janeiro, o FGC desembolsou cerca de R$ 39,3 bilhões em ressarcimentos a clientes do Banco Master, Banco Master de Investimento e Letsbank, o equivalente a 96,9% da quantia prevista. Ao todo, aproximadamente 669 mil credores já receberam os valores, o que representa 90,24% dos beneficiários.
Em relação ao Banco Pleno, os pagamentos somam R$ 3,61 bilhões, beneficiando cerca de 107,3 mil pessoas — o que equivale a 70,45% dos credores e a 75,39% do valor previsto a ser liberado para essa instituição.
Regras e limites
O ressarcimento segue o limite de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, conforme as regras do sistema. Clientes que já atingiram esse teto em outras instituições do mesmo grupo, como o Banco Master e empresas associadas, não terão valores adicionais a receber do Will Bank.
Há exceção para investimentos realizados até 31 de agosto de 2024, que mantêm a garantia individual dentro do limite.
Liquidação do Will Bank
A liquidação do Will Bank foi decretada pelo Banco Central (BC) após a deterioração da situação financeira da instituição e problemas no cumprimento de obrigações. O banco fazia parte do conglomerado liderado pelo Banco Master. Desde então, o FGC vem conduzindo o processo de devolução dos valores aos clientes afetados.
Com informações da Agência Brasil





