
No Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro, a deputada estadual Alessandra Campelo (Podemos) ressaltou a relevância de expandir a presença feminina nas áreas de ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento no Amazonas. A parlamentar é autora da Lei Ordinária nº 6.346, de 31 de julho de 2023, que instituiu o Dia Estadual de Meninas e Mulheres na Ciência no Calendário Oficial de Eventos do Estado, fixando a data de 11 de fevereiro para celebração.
Lei estadual promove a valorização feminina na ciência
A legislação, sancionada pelo governador Wilson Lima e publicada no Diário Oficial do Estado, visa promover a participação feminina e reconhecer as conquistas das mulheres no campo científico. “Quando incentivamos meninas a seguirem carreiras científicas, estamos promovendo autonomia, geração de oportunidades e desenvolvimento para o nosso estado. A ciência precisa da inteligência, da sensibilidade e do talento das mulheres”, afirmou a deputada.
Apoio a projetos e incentivo à educação científica
Além da iniciativa legislativa, o mandato de Alessandra Campelo tem apoiado projetos concretos para fortalecer a presença feminina na ciência. Por meio de emenda parlamentar, a deputada destinou recursos para iniciativas como o projeto “Garotas Espertas”, desenvolvido pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), que tem como objetivo incentivar meninas a ingressarem nas áreas de Ciência, Tecnologia e Engenharia (STEM).
A deputada enfatiza que ampliar o acesso de meninas à educação científica é uma estratégia fundamental para o desenvolvimento social e econômico do estado. “Investir em mulheres na ciência é investir em inovação, competitividade e futuro. É garantir que o Amazonas cresça com mais igualdade e mais oportunidades”, destacou.
Reconhecida por sua atuação em defesa dos direitos das mulheres, Alessandra Campelo assegura seu compromisso em continuar trabalhando para o fortalecimento de políticas públicas que estimulem o protagonismo feminino em todas as esferas, especialmente naquelas historicamente marcadas pela desigualdade de gênero.
Com informações da assessoria





