Início Mundo Trump Anuncia Captura de Nicolás Maduro em Ataque Surpresa à Venezuela

Trump Anuncia Captura de Nicolás Maduro em Ataque Surpresa à Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou em pronunciamento oficial a realização de uma operação militar em larga escala contra a Venezuela, culminando na captura do líder Nicolás Maduro e de sua esposa. A ação, descrita como bem-sucedida, teria retirado Maduro do país por via aérea, embora o destino dos mesmos não tenha sido divulgado.


Caracas Sob Ataque e Demandas por Prova de Vida

A confirmação do ataque pelo líder americano veio após uma madrugada de intensa atividade militar em Caracas. Relatos indicam que ao menos sete explosões foram ouvidas na capital venezuelana em um curto período, acompanhadas pelo som de aeronaves sobrevoando em baixa altitude e interrupções no fornecimento de energia elétrica em algumas áreas, especialmente perto da base aérea de La Carlota. Vídeos divulgados em redes sociais mostram colunas de fumaça emanando de instalações militares.


Em resposta às declarações de Trump, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou desconhecer o paradeiro de Maduro e exigiu que o governo americano apresente uma prova de vida do presidente para confirmar sua segurança. O governo venezuelano, em comunicado oficial, classificou a ação como uma “agressão imperialista” e declarou estado de comoção exterior em todo o território nacional, convocando a população à mobilização e luta armada. Caracas alega que o objetivo da operação seria a tomada de recursos estratégicos do país, como petróleo e minerais, configurando uma tentativa de “guerra colonial” e imposição de uma “mudança de regime”. A Venezuela também se reservou o direito de legítima defesa e apelou por solidariedade de nações latino-americanas e caribenhas.

Pressão Crescente Sobre o Governo Maduro

A escalada da tensão entre EUA e Venezuela não é recente. Desde agosto, a Casa Branca vinha aumentando a pressão, com a elevação da recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro para 50 milhões de dólares e um reforço na presença militar americana no Caribe. Inicialmente justificada como combate ao narcotráfico, a mobilização passou a ser interpretada por fontes anônimas americanas como um movimento para derrubar o governo Maduro.

Tentativas de diálogo direto entre Trump e Maduro em novembro não resultaram em avanços, com o líder venezuelano demonstrando resistência em deixar o poder. No mesmo período, os EUA classificaram o Cartel de los Soles como organização terrorista, acusando Maduro de liderar o grupo. Informações de novembro também apontavam para uma iminente nova fase de operações americanas relacionadas à Venezuela, com o jornal The New York Times noticiando o interesse dos EUA em assumir o controle das vastas reservas de petróleo venezuelanas. Nas semanas anteriores ao ataque, militares americanos apreenderam navios petroleiros venezuelanos e Trump impôs bloqueios a embarcações, acusando Maduro de roubo.