William Alemão aponta ‘terrorismo’ e sugere que população volte a comer peixe em Manaus

Em solidariedade aos feirantes e a toda cadeia produtiva do pescado, o vereador William Alemão (Cidadania) aproveitou a tribuna popular desta quarta-feira (29), na Câmara Municipal de Manaus (CMM), para denunciar o que chama de “terrorismo”, o que estão fazendo em relação ao consumo de peixe na capital amazonense. O parlamentar criticou as fake News (notícias falsas) relacionadas a possíveis contaminações do produto, provocadas pela rabdomiólise ou “doença da urina preta”, e sugeriu que a população volte a comer peixe, principalmente o criado em cativeiro.

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Alemão lamentou os prejuízos provocados pela repercussão negativa na mídia, principalmente para os feirantes, e propôs que haja uma grande ação de esclarecimento nas redes sociais, tanto por parte dos vereadores, quanto dos setores de comunicação das feiras e do próprio município.

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“Temos que deixar claro para a população que a doença existe, mas num índice muito baixo em relação ao terrorismo que fazem com os feirantes, com toda a cadeia produtiva. Cinquenta toneladas de peixe jogadas fora…, é inadmissível. Isso acontece em Itacoatiara e em outras feiras daqui de Manaus. Precisamos fazer uma ação nas nossas redes sociais para ao menos amenizar o sofrimento daqueles que vivem da venda desse pescado”, sugeriu.

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William Alemão tem se manifestado sobre o assunto por onde passa. Foi assim no último dia 21, quando participou normalmente do almoço promovido pela Associação Independente dos Piscicultores do Amazonas (Aquam), e no fim de semana passado, em Rio Preto da Eva (a 70 quilômetros de Manaus, por ocasião do 3º Torneio de Pesca Esportiva Caramuri.

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A finalidade, segundo ele, é desmistificar o que se criou de negativo em torno de produtos como tambaqui, pirarucu e pacu, por exemplo, e contrapor a questão com problemas herdados diretamente da pandemia e da última grande cheia.

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“É um estrago grande. Os restaurantes também sofreram muito. As peixarias ficaram fechadas uns seis meses e, quando voltaram a funcionar, o movimento caiu até 75%. Em algumas, essa queda chegou a 80%”, lamentou.

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O almoço da Aquam foi realizado em um restaurante do Distrito Industrial, zona Sul de Manaus, e consistiu no incentivo ao consumo de peixes de cativeiro.

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De acordo com estudos da associação, até o momento, não há nenhum caso confirmado da doença ligado aos peixes criados em viveiro.

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No Rio Preto, William Alemão pôde sentir o grau de dificuldade que tem atingido muitas famílias, tanto na capital quanto no interior do Estado do Amazonas.

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“Estive na região do baixo Rio Preto, próximo ao Novo Remanso, e não consegui um caminhão de gelo sequer, porque todos estavam frigorificados em Manaus, com peixe, para não estragar. Isso é fato: notícias que foram amplamente divulgadas e sem nenhum embasamento técnico; dá para chamar de terrorismo e prejudicou toda essa cadeia”, insistiu o vereador.

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Com informações da assessoria

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