TCE-AM terá residência jurídica e contábil

Os conselheiros do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) aprovaram, na manhã desta terça-feira (13), a elaboração de um Projeto de Lei (PL) e minuta de resolução que irá instituir o Programa de Residência Jurídica e Contábil no âmbito da Corte de Contas amazonense. O PL será enviado para apreciação pelos parlamentares da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) para que então a Corte de Contas seja autorizada a elaborar um Processo Seletivo.

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“Diferente do programa de estágio, a residência jurídica e contábil servirá para aquelas pessoas que já estão formadas na área e necessitam de uma experiência para inclusive fortalecer o seu currículo. Esse é um programa que irá contribuir bastante tanto para o próprio Tribunal de Contas, quanto para a sociedade amazonense, que pode ter certeza que a Corte de Contas amazonense estará contribuindo para capacitar ainda mais profissionais dessas áreas”, destacou o conselheiro-presidente Érico Desterro.

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Conforme a proposta do programa, serão, a princípio, 20 vagas, divididas em 15 vagas para pessoas formadas em Direito e outras cinco para Contabilidade.

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A definição de data para início do programa depende de aprovação do PL pela Assembleia Legislativa.

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A remuneração da bolsa-auxílio para o programa irá seguir a média paga em programas de residência de órgãos públicos do Amazonas, em média R$ 3 mil mensais.

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Para o diretor-jurídico do TCE-AM, Daniel Gehard, o programa de residência da Corte de Contas amazonense terá dois grandes diferenciais: a não existência de cláusula de barreira para acesso e a disponibilização de vagas para contabilidade.

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“Decidimos não estabelecer uma cláusula que exigisse uma determinada quantidade de experiência na área, dessa forma, qualquer pessoa que tenha se formado nos cursos de Direito e Contabilidade poderão se inscrever para concorrer às vagas que serão ofertadas em um eventual período de inscrição. Outro fator importante são as vagas para contabilidade, algo que o TCE-AM inova, já que normalmente essas residências são feitas apenas para o âmbito de Direito”, destacou.

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Além do conselheiro-presidente Érico Desterro, também votaram de forma favorável à criação do Projeto de Lei os conselheiros Yara Lins dos Santos, Mario de Mello, Josué Cláudio, Fabian Barbosa, além do conselheiro convocado Luiz Henrique Mendes.

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Com informações da assessoria

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