TCE-AM intensifica fiscalização preventiva e transparente dos recursos do Carnaval

O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) tem intensificado suas ações para assegurar a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos destinados ao Carnaval de Manaus. A atuação preventiva e contínua abrange desde a fase de habilitação das escolas de samba até a análise das prestações de contas após o evento.

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Segundo a conselheira-presidente do TCE-AM, Yara Amazônia Lins, o acompanhamento demonstra o papel crucial do controle externo na valorização cultural. "O Tribunal trabalha para assegurar que cada recurso público seja aplicado com transparência e responsabilidade. Quando há organização e fiscalização, a festa cresce de forma estruturada e segura para todos", destacou.

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A conselheira ressaltou que essa abordagem preventiva fortalece as próprias agremiações carnavalescas. "Esse acompanhamento ajuda a manter as entidades regulares e preparadas para receber apoio institucional, criando um ambiente mais seguro para que o Carnaval continue sendo incentivado com responsabilidade", complementou.

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Fiscalização prévia: a importância das certidões negativas

O secretário de Controle Externo do TCE-AM, Mário Roosevelt Elias da Rocha, explicou que a fiscalização se inicia antes mesmo da liberação de qualquer verba. Para ter acesso a recursos públicos e participar dos concursos oficiais, as escolas de samba precisam comprovar sua regularidade junto aos órgãos de controle, solicitando as chamadas certidões negativas.

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"Essas entidades têm um histórico de prestação de contas junto ao Tribunal. Para firmar novos convênios e receber recursos, elas solicitam as certidões negativas, que funcionam como um atestado de regularidade e idoneidade administrativa", detalhou Rocha.

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As certidões emitidas pelo TCE-AM confirmam a ausência de pendências, processos ou irregularidades no Tribunal, analisando um histórico que pode abranger até oito anos. Em janeiro deste ano, o órgão expediu 812 certidões negativas, sendo 361 com análise direta da Secretaria de Controle Externo (Secex), e 28 delas destinadas a agremiações carnavalescas apoiadas pelo Governo do Amazonas.

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Ciclo completo de controle

Mário Roosevelt enfatizou que a emissão da certidão é uma etapa essencial de controle prévio, garantindo que os recursos públicos cheguem a instituições em conformidade com a legislação. O processo de controle, no entanto, não se encerra com a liberação dos recursos.

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Após o repasse, as prestações de contas são enviadas ao TCE-AM, que realiza a análise técnica dos gastos. "Quem presta contas é o órgão repassador, com base nas informações das escolas. O Tribunal acompanha esse material e verifica se os recursos foram aplicados corretamente. É um ciclo completo de controle, do início ao fim", afirmou o secretário.

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A exigência das certidões negativas funciona como um selo de conformidade, reforçando a transparência na aplicação dos recursos públicos que impulsionam a maior festa popular do país.

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Com informações da assessoria

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