Suspeito de matar sargento Lucas estava preso e foi solto dias antes do crime, diz delegado

O delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) Ricardo Cunha, afirmou que o homem apontado como autor da morte do sargento Lucas Ramon Guimarães estava preso, e foi solto no dia 5 de agosto. "Em menos de 30 dias ele praticou um novo homicídio", afirmou o delegado em coletiva, nesta terça-feira (23). O crime aconteceu no dia 1º de setembro.

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O criminoso, que foi identificado como Silas Ferreira da Silva de 29 anos, segundo o delegado, já tinha cinco passagens pela polícia, sendo quatro por roubo e uma por porte ilegal de arma de fogo. Silas foi preso na noite da última segunda-feira (22), na cada da mãe dele no bairro Novo Aleixo e confessou para a polícia, ter recebido R$ 65 mil para matar o sargento Lucas.

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Ainda segundo o delegado Cunha, Silas relatou que gastou o dinheiro para comprar uma moto de R$ 5 mil e o restante gastou em farras com drogas, bebidas e festa. Silas seria integrante da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), e teria recebido todo o material - como motocicleta, roupa, sapatos - para cometer o crime, de um intermediário do mandante.

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"Uma pessoa altamente fria, com uma vasta passagem criminal, mais de dez crimes de roubo. Passou quatro anos encarcerado", explicou Cunha. Para não atrapalhar as investigações, o delegado não deu mais detalhes sobre as investigações em torno do intermediário.

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