Com a recente liquidação de instituições financeiras pelo Banco Central (BC), notícias e rumores sobre a saúde de bancos têm circulado com mais frequência, nem sempre com informações precisas. Para consumidores e investidores, discernir entre alertas reais e fake news é crucial para proteger o dinheiro e tomar decisões seguras.
Existem ferramentas oficiais, indicadores públicos e sinais objetivos que permitem avaliar a situação financeira de um banco em funcionamento no Brasil. Nem toda notícia alarmista sobre instituições financeiras é verdadeira.
Antes de agir por medo, o consumidor deve consultar fontes oficiais, analisar indicadores e desconfiar de promessas exageradas. A informação de qualidade é a melhor defesa contra boatos e prejuízos.
Verifique se a instituição financeira possui autorização para operar emitida pelo Banco Central do Brasil. Essa informação pode ser encontrada no site oficial do BC.
Plataformas como o site do Banco Central e o site do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) concentram informações confiáveis. Esses sistemas permitem analisar balanços, resultados e indicadores de risco das instituições.
Índice de Basileia: mede a relação entre capital próprio e riscos assumidos.
Para investidores, é fundamental confirmar se o banco é coberto pelo FGC, que garante até R$ 250 mil por Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), com um teto global de R$ 1 milhão pago a cada quatro anos.
Recursos e investimentos cobertos pelo FGC:
Recursos e investimentos não cobertos pelo FGC:
O correntista deve estar ciente de que perderá esses valores em caso de quebra da instituição.
Ofertas de rentabilidade muito acima da média do mercado, sem uma explicação clara, podem ser um sinal de alerta.
Embora não seja possível prever com exatidão a liquidação de um banco, alguns indícios podem ajudar:
No caso do Will Bank, liquidado recentemente, o Índice de Basileia estava negativo em 5,3% em junho de 2024, e o Índice de Imobilização negativo em 1,9% na mesma data, mesmo com lucro líquido reportado.
Para reduzir riscos, especialistas recomendam diversificar investimentos e comparar o risco-retorno com opções mais seguras oferecidas pelo mercado.
Com informações da Agência Brasil
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