Rússia ativa sistema de mísseis hipersônicos Oreshnik com capacidade nuclear, instalando-se em Belarus e elevando tensões com a Ucrânia

Rússia ativou publicamente o sistema de mísseis hipersônicos Oreshnik, com capacidade nuclear, instalando unidades na Belarus vizinha. O Ministério da Defesa confirmou a posição, mas não informou quantas plataformas foram montadas nem outros detalhes operacionais. A medida ocorre em meio a um impasse entre Moscou e Kyiv e reforça a percepção de que a Rússia busca manter a vantagem estratégica diante de negociações de paz que avançam lentamente.

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Desdobramento estratégico na Belarus e implicações regionais

A presença do Oreshnik na Belarus aproxima o armamento do coração da Europa, ampliando o raio de ação e a pressão sobre qualquer acordo de cessar-fogo. Observadores sugerem que a decisão envolve cálculos de dissuasão, mobilização de capacidades de resposta rápida e sinalizações políticas para aliados de Kyiv.

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Capacidades do Oreshnik e implicações para a segurança europeia

Autoridades russas destacam que o sistema pode levar várias ogivas e operar em velocidades de até 12.000 quilômetros por hora, o que complica a defesa antimísseis. O Oreshnik já teria sido utilizado pela primeira vez, em novembro de 2024, em um disparo experimental contra uma fábrica em Dnipro, na Ucrânia. A arma pode transportar ogivas convencionais ou nucleares, com alcance suficiente para cobrir grande parte do continente europeu.

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Cenário diplomático e perspectivas de paz

As negociações de paz entre Rússia e Ucrânia continuam sem acordo sobre questões centrais, como a retirada de tropas e o futuro da Crimeia. Enquanto isso, líderes ocidentais ressaltam a delicadeza do momento. O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, a partir de um resort na Flórida, que Kiev e Moscou estariam próximos de um acordo — ainda que, na prática, as negociações permaneçam sob escrutínio e o caminho para um acordo firme continue incerto.

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Impacto regional e próximos passos

Especialistas destacam que a demonstração de capacidade hipersônica aumenta o risco de escalada no leste europeu e pressiona as alianças ocidentais a reavaliar estratégias de defesa e dissuasão. No terreno, as forças russas relatam avanços na região de Donetsk e uma intensificação da ofensiva no sul, na região de Zaporizhzhia, alimentando um quadro tenso nas fronteiras.

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