Produção de cacau no Amazonas deve crescer 25% em 2025 com apoio do Idam

A produção de cacau no Amazonas tem previsão de crescimento de 25,24% em 2025, alcançando 1.089,58 toneladas. O avanço é impulsionado pelo apoio do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), que tem incentivado a expansão da área plantada, já mais que dobrada desde 2022, e a adoção de práticas sustentáveis por agricultores familiares.

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Expansão e sustentabilidade na cultura do cacau

O coordenador do Projeto Prioritário (PP) do Cacau, Diego Henriques Santos, e a engenheira agrônoma Anecilene Buzaglo destacam o Amazonas como polo de produção responsável. A implementação do sistema agroflorestal (SAF) com cacau híbrido para ecossistemas de terra firme tem sido fundamental. Desde 2023, mais de um milhão de sementes foram distribuídas em 21 municípios.

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A parceria entre o Idam e a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) do Pará viabiliza a distribuição do cacau híbrido. Além disso, o Idam oferece assistência técnica e capacitação, com foco em sete municípios prioritários para o desenvolvimento da cultura e sustentabilidade regional.

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Borba lidera a produção estadual

O município de Borba, a 151 quilômetros de Manaus, é o maior produtor de cacau do estado, com 179,2 toneladas em 2025 e 350 hectares cultivados por 360 agricultores. Antônio Viana, um dos produtores assistidos pelo Idam, ressalta a importância da assistência técnica e da construção de viveiros para o fortalecimento da agricultura familiar.

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O perfil do produtor amazonense de cacau é majoritariamente familiar, com a cultura servindo como fonte de renda complementar à subsistência baseada em mandioca, pesca e extrativismo, mantendo uma relação intrínseca com a preservação florestal.

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Desafios e estratégias para o futuro

Entre os obstáculos enfrentados, Diego Henriques Santos aponta a dificuldade de acesso a crédito rural, insumos agrícolas e limitações tecnológicas. A Monilíase, doença fúngica presente em quatro municípios do Alto Solimões, também representa um desafio.

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Para mitigar esses problemas, o Idam investe em ações para melhorar o acesso a recursos, estimular mercados justos e promover práticas sustentáveis. A conscientização dos consumidores sobre a importância da produção sustentável na Amazônia é vista como crucial para garantir a demanda.

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Com informações da Agência Amazonas

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