Presidente da Colômbia vem ao Brasil e convida Wilson Lima para reunião na fronteira

O governador Wilson Lima, a convite do presidente da República, Jair Bolsonaro, participou, nesta terça-feira (19), da recepção ao presidente da Colômbia, Iván Duque, que cumpre agenda oficial no Brasil. O Amazonas faz fronteira, a noroeste, com a Colômbia e mantém relações com o país vizinho na área de meio ambiente, vigilância em saúde e desenvolvimento. O encontro foi em Brasília, no palácio do Itamaraty.

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Duque convidou Wilson Lima para uma reunião em Letícia, cidade colombiana vizinha de Tabatinga, município amazonense. “Nós temos ações importantes na região da tríplice fronteira - Brasil, Colômbia e Venezuela - que estão diretamente ligadas à vigilância sanitária, ao manejo dos recursos naturais e ao desenvolvimento. Essa agenda que devemos ter com o presidente Duque será muito significativa para integração do Amazonas e Colômbia na faixa de fronteira”, disse o governador.

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Ações

A região da tríplice fronteira apresenta condições ambientais para o desenvolvimento de vetores de doenças: uma vasta rede hidrográfica, altas temperaturas e umidade. Por conta disso, o Amazonas mantém parcerias para ações de vigilância sanitária, epidemiológica, ambiental e laboratorial.

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O Estado também ampliou a oferta de exames diagnósticos para Covid-19, com a distribuição de testes rápidos de antígeno e de RT-PCR. Outras ações para fortalecer a capacidade detecção de riscos e de produção de informações para o planejamento de ações de saúde estão sendo estruturadas.

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Na fronteira com a Colômbia o Governo do Amazonas desenvolve o Projeto Manejo Integrado da Bacia do Rio Putumayo-Içá que envolve quatro países (Brasil, Colômbia, Equador e Peru). O objetivo é fortalecer as condições que permitam aos países participantes manejar ecossistemas de água doce compartilhados na bacia do Putumayo-Içá, na Amazônia.

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No projeto são abordados temas e desafios em escala internacional, voltados para a contaminação das águas por mercúrio e outras substâncias químicas; desmatamento e degradação da floresta pela extração de madeira, agricultura, pecuária e a expansão da malha rodoviária, entre outras causas; e exploração dos recursos aquáticos pela pesca não sustentável.

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O Governo do Amazonas também mantém o Núcleo de Integração e Desenvolvimento da Faixa de Fronteira que foi reformulado e foram definidos coordenadores para a região do Alto Solimões e Alto Rio Negro. O problema da destinação adequada ao lixo na região de fronteira também é um problema que o Amazonas está atuando para solucionar.

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Com informações da assessoria 

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