A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) reforça a importância de conhecer a leishmaniose e adotar medidas preventivas para reduzir o risco de transmissão da doença no estado. As condições ambientais do Amazonas favorecem a presença do mosquito-palha, transmissor da leishmaniose, tornando a informação em saúde uma aliada essencial para a população.
A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, enfatiza que a disseminação de informações claras e acessíveis fortalece as práticas de proteção no cotidiano e aproxima a vigilância em saúde das comunidades. Lilian Furtado, gerente de Vigilância de Doenças Transmissíveis da FVS-RCP, complementa que o diálogo sobre a doença e suas formas de prevenção é fundamental para compartilhar dados atualizados e robustecer as ações de enfrentamento.
A forma mais comum no Amazonas é a Leishmaniose Tegumentar, caracterizada por lesões na pele. Estas feridas geralmente apresentam bordas elevadas e fundo avermelhado ou com crostas, surgindo em áreas expostas como braços, pernas, rosto e orelhas. Embora frequentemente indolores, as lesões podem demorar a cicatrizar e aumentar de tamanho, com sintomas que aparecem semanas ou meses após a picada.
Pessoas que residem ou trabalham em áreas rurais, próximas a matas ou estradas, e que não utilizam medidas de proteção contra insetos, estão em maior risco de exposição ao mosquito-palha.
A FVS-RCP orienta a população a adotar atitudes simples no dia a dia para reduzir a presença do inseto transmissor e aumentar a proteção:
Caso surja alguma lesão suspeita na pele, a recomendação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. O tratamento para a leishmaniose está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), e a identificação precoce é crucial para o sucesso do cuidado.
Com informações da Agência Amazonas
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