'Pessoas atrás de osso' é culpa de política de governadores, diz Bolsonaro

Defendendo novamente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta 5ª feira (11.nov), em transmissão ao vivo pela internet, que o objetivo do texto é possibilitar o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 400,00. A PEC foi aprovada pela Câmara dos Deputados na última 3ª feira (9.nov) e será analisada pelo Senado.

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Bolsonaro sugeriu ainda que, ao votar contra a proposta, parlamentares agem de forma incoerente: "Querem que a gente dê meios para 17 milhões de famílias sobreviverem e quando a gente apresenta uma solução com toda a responsabilidade, não furando teto, etc., eles votam contra, votam contra o povo trabalhador". Também falando sobre o assunto, o presidente lamentou o fato de pessoas estarem buscando ossos para sobreviver e culpou a adoção de medidas restritivas por governadores pela fome.

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"As pessoas mostram aí o caminhão de osso, algumas pessoas pegando osso e 'olha o governo Bolsonaro, o povo está atrás de osso'. Eu lamento, realmente, pessoa atrás de osso, lamento muito isso daí. É consequência daquela política dos governadores do PT, do PSB, fecharam estado, fecharam os municípios, desempregou muita gente, e o preço da economia cobra depois", pontuou.

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Sobre os precatórios especificamente, o chefe do Executivo federal ressaltou que, pela PEC, serão parcelados aqueles acima de R$ 6 mil. Outro assunto abordado pelo presidente na live foi a prorrogação por dois anos a desoneração da folha de pagamento, anunciada nesta 5ª feira. De acordo com ele, a medida "dá quase R$ 8 bilhões por ano".

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Tendência de desabastecimento

No início da live, o presidente afirmou que como consequência da adoção de medidas restritivas para conter a pandemia também, "há uma tendência de desabastecimento de fertilizantes". "O noso agronegócio é de ponta, sim, mas depende em grande parte de produtos importados", completou.

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Segundo o presidente, a ministra da Economia, Tereza Cristina, está trabalhando para que não faltem fertilizantes. Um dos importatos pelo Brasil, disse o chefe do Executivo, é o potássio, que vem da Rússia. "E o que é o pior disso tudo? Nós temos aqui potencial para isso tudo, mas o potássio que está lá na foz do Rio Amazonas, aquela grande área está demarcada como terra indígena", acrescentou.

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Acordo na COP26

Num momento da transmissão em que falou sobre a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP26, Bolsonaro sugeriu que críticas feitas à política ambiental do Brasil são injustas: "Não assinaram aquele acordo do clima [sobre uso do carvão] os países que são os maiores responsáveis por emissão de gases de efeito estufa, como Estados Unidos, China, Índia, etc. E o pessoal cobra do Brasil. E grande parte da mídia nossa cobra do presidente. Nós somos responsáveis por aproximadamente 2,7% da emissão de gases do efeito estufa. Então o Brasil vai bem, vamos continuar trabalhando".

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Atuação da Caixa

O presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, participou da transmissão ao vivo também. Ele falou sobre diferentes medidas adotadas pelo banco, entre as quais o financiamento de placas solares, que pode abranger 1,5 milhão de famílias, e o motivo de o governo não trabalhar pela privatização da CEF: "A Caixa é o banco social, a Caixa Econômica Federal passa por todas as políticas sociais".

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Com informações do SBT

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