Período chuvoso aumenta circulação de vírus respiratórios no Amazonas, alerta FVS-RCP

Com o período chuvoso em curso, aumenta a circulação de vírus respiratórios. Diante desse cenário, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), reforça, na segunda-feira (6), a importância de manter os cuidados no dia a dia. Entre as principais medidas está a vacinação contra o Vírus Sincicial Respiratório, Covid-19 e Influenza, disponível para os públicos prioritários nas unidades básicas de saúde.

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A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, chama atenção para o perfil dos casos registrados nas últimas semanas. “Os atendimentos têm se concentrado principalmente nos extremos de idade, com maior procura entre idosos e crianças menores de 4 anos. Os sintomas mais comuns são febre, tosse e desconforto respiratório e, nas crianças, também pode ocorrer diarreia. Para se proteger, é importante manter medidas de proteção individual, como a higiene das mãos, a vacinação em dia e a busca por atendimento de saúde na persistência dos sintomas”, destaca.

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O diretor de Vigilância Epidemiológica da FVS-RCP, Alexsandro Melo, reforça as estratégias disponíveis para proteger a população. “A vacinação é uma das principais formas de prevenção. Atualmente, o SUS oferece a vacina contra o vírus sincicial respiratório para gestantes e o nirsevimabe para prematuros, além da vacina contra a influenza, disponível nos postos de saúde”, explica.

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Atualização dos casos no Amazonas

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A atualização do Painel Epidemiológico dos Vírus Respiratórios está disponível no site da FVS-RCP (www.fvs.am.gov.br).

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No Amazonas, em 2026, foram registrados 1.609 casos notificados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), dos quais 554 tiveram confirmação para vírus respiratórios. No mesmo período, foram confirmados dois óbitos associados a esses vírus, ambos por Influenza A.

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Nas últimas três semanas (15/03/2026 a 04/04/2026), as faixas etárias mais atingidas foram menores de 1 ano e crianças de 1 a 4 anos, ambas com 36,3% dos casos. Em seguida, aparecem: 5 a 9 anos (11,8%); 60 anos ou mais (7,8%); 10 a 19 anos (4,9%); 20 a 39 anos (2,0%); e 40 a 59 anos (1,0%).

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Entre os vírus mais identificados em amostras analisadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen-AM), destacam-se o rinovírus (30,6%), o Vírus Sincicial Respiratório (29,3%), o adenovírus (4,5%) e a Influenza A (4,5%).

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Com informações da assessoria

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