Ministério da Saúde do Brasil monitora impacto da guerra no Irã na distribuição de medicamentos

O Brasil, através do Ministério da Saúde, está atento aos possíveis reflexos da intensificação do conflito no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos (EUA) e Irã, na cadeia global de distribuição de medicamentos. O ministro Alexandre Padilha declarou que o cenário está sendo monitorado de perto.

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Preocupação com a Logística Global

"Toda a guerra faz mal à saúde. Ela mata pessoas, mata inocentes, destrói unidades de saúde e ela pode afetar a cadeia de distribuição global", afirmou Padilha em visita ao Hospital Universitário de Brasília (HUB).

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Até o momento, o ministério não identificou impactos nos custos logísticos de medicamentos. A preocupação surge devido à base de muitos fármacos ser composta por produtos derivados do petróleo.

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Impacto do Petróleo nas Matérias-Primas

O conflito tem gerado volatilidade nos preços do petróleo, com o barril chegando a US$ 120. A dificuldade de transporte da commodity pelo Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 25% do volume global, eleva o risco de novas altas.

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Padilha mencionou conversas com autoridades da China e da Índia sobre os efeitos da guerra nas rotas de insumos para medicamentos. "Esse risco existe", ponderou.

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Ele explicou que, caso haja aumento no preço internacional do petróleo ou dificuldade de acesso aos países produtores de matérias-primas, como China e Índia, a guerra pode, sim, afetar a produção e distribuição de medicamentos.

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Com informações da Agência Brasil

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