Marcha para Exú de Manaus pode ser alvo de ação judicial

O dono da patente do nome "Marcha para Exú" de São Paulo, Jonathan Pires, afirmou nesta terça-feira (26), ao portal Manaus Alerta que não autorizou a realização de um evento com o mesmo nome em Manaus. A marcha está prevista para acontecer no dia 30 de setembro, no bairro da Compensa. O evento é organizado pelo Coletivo Afroamazônico.

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Pires afirma que a marcha é registrada em cartório e judicialmente e que a marcha de Manaus está usando o mesmo nome e a mesma marca sem autorização. "Isso é uma infração de marca e de patente. Eu vou tomar as medidas cabíveis para proteger os meus direitos", disse Pires.

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O Coletivo Afroamazônico não se manifestou sobre a polêmica.

O evento de São Paulo reuniu milhares de pessoas para celebrar o orixá Exú, considerado o guardião das religiões de matriz africana. A marcha de São Paulo reuniu mais de 100 mil pessoas.

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Se a marcha de Manaus for realizada com o mesmo nome, Pires poderá entrar com uma ação judicial contra o Coletivo Afroamazônico. A ação pode resultar em indenização para Pires e até mesmo na proibição da realização da marcha.

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A polêmica levanta questionamentos sobre o direito de uso de nomes de eventos culturais. Em um país com grande diversidade cultural, é comum que eventos com nomes semelhantes sejam realizados em diferentes regiões. No entanto, quando um evento é registrado como marca, o uso do mesmo nome por outro evento pode ser considerado uma infração.

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A decisão de Pires de entrar com uma ação judicial contra o Coletivo Afroamazônico é um sinal de que ele está disposto a proteger seus direitos como proprietário da marca "Marcha para Exú" para que seus propósitos não sejam desviados para fins políticos. A decisão também pode ter um impacto no futuro de eventos culturais com nomes semelhantes realizados em diferentes regiões do país.

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