Mãe e irmão de Djidja Cardoso podem cumprir pena em regime aberto

Presos por tráficos de drogas e associação ao tráfico, no dia 30 de maio, Cleusimar Cardoso e Ademar Cardoso poderão cumprir a pena fora do presídio. Os familiares de Djidja Cardoso, encontrada morta no dia 28 de maio, devem ir para uma clínica psiquiátrica, sob alegação da defesa, representada pelos advogados Fernanda Scolari e Paulo Arruda, de que não têm “condições mentais normais”.

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Ademar ainda vai responder por estupro, depois de algumas mulheres denunciá-lo de cárcere privado e violência sexual. Ele e a mãe faziam uso de cetamina, anestésico que tem a venda proibida no Brasil, durante rituais espirituais, em nome da seita religiosa Pai, Mãe e Vida.

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Para entender melhor o assunto, a CONTIGO! conversou com os advogados Fernanda Scolari Vieira e Paulo H. Arruda que explicaram o caso na óptica jurídica. De antemão, eles falaram sobre a possibilidade da pena ser diferenciada para Cleusimar e Ademar caso seja confirmado o estado de instabilidade mental.

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"Caso a justiça entenda que os acusados são inimputáveis a condenação provavelmente será diversa de um criminoso em condições mentais normais, nesse caso, é proferida uma sentença penal absolutória imprópria, cuja finalidade é absolver o inimputável em razão da ausência de culpabilidade, mas logo em seguida, de modo preventivo aplicar uma medida de segurança, que pela gravidade do crime seria uma medida de internação", afirmaram.

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Com informacoes da Contigo

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