Mãe da recém-nascida estuprada até a morte pelo pai está "a ponto de colapsar" e ainda "chama pelo bebê", diz advogada

Emanuelle Souza, mãe da recém-nascida de apenas 27 dias que foi estuprada até a morte na última sexta-feira (10) em Araruama (RJ), está em "brusco abalo emocional" e "a ponto de colapsar", segundo a advogada Letícia Delmindo, que acompanha o caso. O principal suspeito de ter cometido o crime brutal, e que está preso em Benfica, no Rio de Janeiro, é o próprio pai da bebê, identificado como Jhoão Paulo da Silva, de 23 anos.

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O homem foi preso no sábado (11) no enterro da filha, na cidade de Cabo Frio, sob a acusação de estupro de vulnerável qualificado pelo resultado em morte. Ele nega o crime, mas o depoimento de Emanuelle e perícia feita pelo Instituto Médico Legal (IML) apontam para o fato de que, de fato, ele estuprou a recém-nascida.

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A mãe contou à polícia que, no dia do crime, deu banho na filha, batizada de Luz, e a colocou para dormir. De madrugada, ela chegou a amamentar a menina e, logo depois, teria caído no sono. O pai, então, teria pegado a bebê, longe dos olhos da mãe, e cometido o crime. A advogada Letícia Delmindo, em entrevista ao Portal RC24h nesta quinta-feira (16), revelou que, ao acordar, Emanuelle foi pegar a filha no carrinho e notou que a bebê estava "bem geladinha".

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Segundo perícia feita pelo IML, "a vítima foi morta em função de uma penetração ocorrida nas partes íntimas da recém-nascida, o que causou grande laceração no frágil corpo da criança".

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A advogada revelou, na entrevista, que Emanuelle está “a ponto de colapsar. Ela está muito emotiva, abalada. Chora, chama pela bebê. É desesperador”.

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"Emanuelle nunca imaginou que estaria diante de uma situação tão hedionda dessa forma. Ela é uma menina muito carinhosa, muito zelosa (...) Esse relacionamento que ela teve, jamais imaginou que estava diante de um agressor, sobretudo da sua filha. Ela vem contribuindo com as investigações", declarou a advogada.

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As investigações estão sendo conduzidas pela 118ª Delegacia de Polícia (118ª DP) de Araruama. O suspeito, que passou por audiência de custódia, segue encarcerado e, segundo a advogada Letícia Delmindo, deve ser condenado a até 30 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável com resultado morte.

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Com informações da Revista Forum

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