Um levantamento recente identificou 173 vítimas de deepfakes sexuais em escolas no Brasil. O estudo aponta que a disseminação desse conteúdo exploratório se apoia em falhas tanto na governança das plataformas digitais quanto no sistema de fiscalização brasileiro.
Sofia, especialista citada no levantamento, explicou que os criminosos se aproveitam de vulnerabilidades existentes. "Eles se apoiam em falhas de governança tanto das plataformas quanto do nosso sistema de fiscalização desses conteúdos", declarou.
Diante deste cenário preocupante, a organização responsável pela pesquisa defende medidas mais rigorosas. Entre as propostas estão o banimento de ferramentas que facilitam a notificação e a chamada "asfixia financeira" das redes criminosas que operam com esses conteúdos.
Para combater crimes cibernéticos, como abuso sexual infantil e crimes de ódio, a SaferNet Brasil oferece um canal para denúncias. É possível reportar essas atividades de forma anônima através da Central Nacional de Denúncias da organização.
Com informações da SaferNet Brasil
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