Janja mostra danos no Palácio do Alvorada e objetos que Bolsonaro deixou para trás

A primeira-dama, Janja Lula da Silva, mostrou danos encontrados no Palácio da Alvorada, em Brasília, em entrevista concedida à GloboNews, nesta quinta-feira, 5. Tapetes e sofas rasgados, piso danificado, infiltração, ausência de móveis e de obras de arte, que não foram encontrados no local e ainda não foram localizados, estão entre alguns dos danos exibidos por Janja (veja imagens do local aqui). "O que a gente percebe é que não teve cuidado, não teve manutenção", disse.

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O estado geral do edifício exige reparos. Por isso, Lula e Janja não irão se mudar tão cedo. A expectativa é que eles passem a residir no local em 20 dias, já que a mudança será feita apenas quando um "inventário completo do que tem aqui dentro, de como ele foi entregue para gente" seja finalizado, explicou a socióloga.

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Outra dificuldade, segundo Janja, está no rastreamento dos objetos. Em tese, tudo o que sai do Palácio é registrado, mas até o momento nenhum registro foi encontrado. A Presidência da República tem um depósito, onde os móveis e obras de arte possam estar ou talvez tenham sido transferidos para outras residências do governo.

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O Alvorada é a residência oficial da Presidência da República. Com 7 mil m², o edifício icônico foi o primeiro a ser construído em Brasília. Sua importância para a arquitetura e história do Brasil levou o edifício a ser tombado.

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Com o sumiço de peças e deterioração do espaço, a primeira-dama planeja "tombar" também as obras de arte e mobiliário que fazem parte do local. "Estamos pensando em fazer o tombamento das coisas que estão dentro do Alvorada. Para que não aconteça mais isso, de um governante chegar e retirar as coisas que são patrimônio do Estado brasileiro", disse.

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Com informações do Terra.

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