'Garimpo Urbano': delegado e investigadores ficarão mais um mês presos

A Justiça decidiu prorrogar por mais 30 dias a prisão dos policiais apontados como envolvidos em crimes investigados pela operação Garimpo Urbano, deflagrada em conjunto pelo Ministério Público do Amazonas (MPE-AM) e Polícia Federal no último dia 9 de julho. A decisão foi acatada pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) à pedido do MPE-AM na última sexta-feira (6).

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Permanecerão presos, o delegado Samir Freire, ex-secretário adjunto de Inteligência, e os policiais Adriano Frizob, André Silva da Costa e Jardey Bello.

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Por meio de nota, o Ministério Público argumento sobre a necessidade de prorrogar a prisão. "Neste sentido, ressalta-se que a renovação da prisão se fundamenta em fatos novos e elementos concretos, não em meras possibilidades abstratas. O Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (GAECO-MPAM ) constatou que há influência direta de um ou mais envolvidos sobre o ânimo de pessoas que prestam depoimentos, bem de que os investigados tomaram conhecimento direto sobre a investigação sigilosa realizada por este Grupo. Medidas de contrainteligência alcançaram e desvelaram tais atos, já evidenciados nos autos, demonstrando a legítima preocupação de que, soltos, possam os envolvidos prejudicar a apuração dos fatos".

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Nas investigações, o MPE-AM sustenta que os citados agentes agiam sob grave ameaça, abordando os transportadores do metal, se utilizando da estrutura pública da Seai.

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