Força-tarefa é montada para investigar organização criminosa por ataques no Amazonas

O secretário de Segurança Pública do Amazonas, coronel Louismar Bonates, anunciou, na noite desta terça-feira (8), que uma força-tarefa será criada pela Polícia Civil para aprofundar as investigações sobre os ataques criminosos registrados no estado. Todas as pessoas identificadas por envolvimento no crime devem responder por organização criminosa. Até o momento, 38 pessoas foram presas.

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Em todo o estado, as polícias Militar e Civil intensificaram operações para coibir os crimes. Em Manaus, a última ocorrência dessa natureza aconteceu na manhã de segunda-feira (7), por volta das 8h. E no interior, ainda houve registros até a madrugada. Das prisões efetuadas, 19 foram efetuadas na capital, entre as quais de lideranças da facção criminosa por trás dos ataques. Três traficantes definidos como conselheiros já estão no sistema prisional.

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"O sistema de segurança pública deu respostas bastante firmes para o crime organizado. Prisões foram efetuadas, o trabalho de inteligência e investigação estão continuando, já fizemos quatro grandes prisões de pessoas que coordenaram esse trabalho delituoso", disse o secretário.

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Bonates adiantou que as investigações estão em estágio avançado com diversos alvos já qualificados para serem presos. Ele destacou a criação da força-tarefa, no âmbito da Polícia Civil, e disse que a medida vai permitir melhor elucidação dos ataques e das conexões entre os crimes.

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"Está sendo criada dentro da Polícia Civil uma força-tarefa para que essas pessoas que foram presas, e também as que serão presas, por participação nesses atos delituosos, sejam presas por organização criminosa", disse.

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Os presos, por participação nos atos em todo o estado, vão responder por crimes como dano ao patrimônio público e organização criminosa, que prevê oito anos de reclusão.

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