Filhos de mulheres em situação de violência são assistidos por equipes psicossociais do Cream

Além de prestar acompanhamento social e psicológico a mulheres em situação de violência doméstica e familiar, o Centro Estadual de Referência e Apoio à Mulher (Cream), da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), também conta com projetos para acolher e prestar assistência às crianças e adolescentes que são filhos das assistidas.

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Por meio de projetos como “Recontando minha história”, “Clube Leiturinha” e “Cine Pitanga”, as ações visam o acompanhamento psicossocial, psicológico e pedagógico das crianças e adolescentes, enquanto as mães realizam cursos de qualificação para emprego e renda ou são auxiliadas no enfrentamento e rompimento do ciclo de violência.

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As atividades realizadas são divididas em grupos: operativo infantil e adolescente; psicoterapêutico infantil e adolescente; reflexivo infantil e adolescente, com as atividades lúdicas e recreativas.

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De acordo com a secretária Mirtes Salles, titular da Sejusc, é de extrema importância a execução de políticas públicas voltadas para a proteção da mulher e seus filhos.

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“Como a Sejusc trabalha com Direitos Humanos, é essencial a execução dos direitos das mulheres, crianças e adolescentes, defendidos pela Constituição Federal. É fundamental que essas crianças também sejam assistidas pela pasta, bem como as mães que estão passando por situação de violência doméstica”, afirmou.

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A secretária executiva de Políticas para Mulheres, Ana Barroncas, destaca os esforços do Governo do Amazonas em criar mecanismos para proteger as mulheres e seus filhos, conforme prevê a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) e demais legislações de proteção à mulher em vigência.

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“A lei exige que a gente também dê uma atenção especial às crianças e adolescentes. Nesse sentido trabalhamos o desenvolvimento psicomotor da criança e também a questão da quebra do ciclo de violência no âmbito familiar. Identificamos se eles estão vivenciando essa experiência desagradável e, por meio dos projetos, traçamos um plano estratégico de acompanhamento mais especializado. Entendemos a importância desse trabalho multidisciplinar com todos os membros da família”, disse a secretária.

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Projetos

O “Recontando minha história” tem como finalidade trabalhar o projeto de vida por meio de grupos terapêuticos com a proposta de reproduzir vivências individuais e coletivas, possibilitando o processo de reescrever as próprias histórias dos envolvidos, ressignificando conceitos e motivando a projeção de uma nova perspectiva para o futuro.

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“O exercício de contar histórias permite o aprimoramento da linguagem verbal, corporal, simbólica ampliando o universo literário, despertando o interesse pela leitura, estimulando a imaginação através da construção de imagens interiores”, destaca Giselle Postal, coordenadora do Cream.

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No “Clube Leiturinha”, a leitura é trabalhada de forma lúdica para despertar o interesse da criança e adolescente no aprendizado de novos conceitos.

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Já o “Cine Pitanga”, visa inserir a arte do cinema no processo de ensino-aprendizagem por meio de uma visão multidisciplinar como um meio de aproximar o público infanto-juvenil da narrativa audiovisual. Com faixa etária entre 5 e 12 anos, as crianças participantes são divididas por grupos etários em espaços distintos e simultâneos, atendendo aproximadamente 80 por mês.

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As informações são da assessoria

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