Criança indígena de 3 anos é vítima de estupro coletivo em Beruri: 'Chorava e apresentava sangramento em suas partes íntimas'

A 80ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Beruri, com apoio da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) e Guarda Civil Municipal (GCM), prendeu em flagrante, na quinta-feira (25), dois homens, de 24 e 25 anos, por estupro de vulnerável agravado contra uma criança indígena de três anos.

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O crime foi praticado na comunidade Fortaleza, na zona rural do município. Um terceiro indivíduo ainda segue sendo procurado.

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De acordo com o delegado Jailton Santos, o caso ocorreu durante as festas natalinas, quando a mãe da vítima deixou as filhas dormindo em casa, com as luzes acesas, enquanto participava de uma confraternização na residência ao lado.

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“Em determinado momento, ela percebeu que as luzes do quarto haviam sido apagadas e foi ao local para verificar. No cômodo, encontrou um homem conhecido na comunidade, enquanto os outros dois estavam do lado de fora, dando cobertura e se revezando nos abusos”, relatou o delegado.

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No entanto, ao perceberem a chegada dela, fugiram. Ela constatou que as filhas ainda estavam dormindo; no entanto, a criança de três anos chorava e apresentava sangramento em suas partes íntimas.

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Segundo o delegado, ao constatar que se tratava de abuso sexual, a mulher pediu socorro e encaminhou a criança para a sede do município. Por se tratar de uma região distante, somente na manhã de quinta-feira ela chegou em Beruri.

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“A vítima passou por exames de corpo de delito, que confirmaram o estupro de vulnerável. De pronto, fomos acionados e, em conjunto com PMAM e GCM, iniciamos as investigações. Com apoio da prefeitura, realizamos a incursão de lancha até a comunidade onde o crime aconteceu”, mencionou.

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Ainda segundo o delegado, os autores de 24 e 25 anos foram localizados e encaminhados à delegacia, onde passaram pelos procedimentos cabíveis. O terceiro autor ainda segue sendo procurado.

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Os autores foram autuados em flagrante por estupro de vulnerável agravado por se tratar de estupro coletivo. Eles passarão por audiência de custódia e permanecem à disposição da Justiça.

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Com informações da Polícia Civil do Amazonas

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