Caso Henry: Monique Medeiros tem cinco dias para a instalação da tornozeleira eletrônica

Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, que deixou a cadeia no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste, na noite desta terça-feira (5), tem agora prazo legal de cinco dias para comparecer à Coordenação de Monitoramento Eletrônico do Rio para instalação da sua tornozeleira eletrônica.

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Uma decisão judicial da 2ª Vara Criminal permitiu que ela fosse solta, mas determinou medidas cautelares. A mãe de Henry deixou a cadeia com uma calça jeans e uma camiseta branca, foi recebida por um advogado que a conduziu para um carro particular, de onde saíram do local.

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Monique ficará em prisão domiciliar e terá que usar tornozeleira eletrônica - terá cinco dias para comparecer para a instalação do equipamento. Ela não poderá voltar para a antiga residência.

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Ela também está proibida de conversar com qualquer pessoa, exceto parentes e advogados. E não pode fazer postagens em redes sociais.

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A decisão substitui a prisão preventiva por monitoração eletrônica de Monique, mas mantém Jairinho, o padrasto do menino Henry, preso.

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Em seu texto, a juíza Elizabeth Machado Louro manifesta preocupação com ameaças sofridas por Monique dentro da cadeia e diz que a manutenção da prisão "não favorece a garantia da ordem pública".

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Ainda segundo a decisão, "fica, ainda, vedada à ré Monique, enquanto perdurar a monitoração, qualquer comunicação com terceiros - com exceção apenas de familiares e integrantes de sua defesa -, notadamente testemunhas neste processo, seja pessoal, por telefone ou por qualquer recurso de telemática, assim também postagens em redes sociais, quaisquer que sejam elas, sob pena de restabelecimento da ordem prisional".

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Com informações do G1. 

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