De acordo com informações repassadas em coletiva de imprensa realizada pela Policia Civil do Amazonas (PC-AM), duas vitimas da seita teriam informado que, além do abuso de substâncias e violência psicológica, a seita praticava violência física e estupro de vulnerável.
O delegado relatou que as vítimas descreveram ficar dopadas por vários dias, sendo obrigadas a permanecer nuas e privadas de tomar banho ou se alimentar. "Uma das vítimas também mencionou um aborto. Durante os mandados de busca e apreensão na residência, notamos um forte odor de decomposição."
A polícia segue em investigação, ouvindo vítimas e outros integrantes da família Cardoso e pede a ajuda da população para identificar o paradeiro de Marlisson, o funcionário do salão de beleza.
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