A ministra Cármen Lúcia, relatora do Código de Ética do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentou novas diretrizes para a conduta e atuação de juízes em processos judiciais. A iniciativa surge em um contexto de crescentes questionamentos sobre a atuação de magistrados em casos que geraram repercussão e críticas públicas.
A proposta para a criação do código de ética partiu do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, na semana passada. A medida foi motivada por críticas dirigidas aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, relacionadas a investigações sobre supostas fraudes no Banco Master.
No mês passado, Alexandre de Moraes negou veementemente ter participado de um encontro com o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, em 2025, na residência do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. A notícia, veiculada pelo Portal Metrópoles, relacionava o suposto encontro a um processo de compra do Master pelo BRB. Moraes classificou a reportagem como "falsa e mentirosa".
Paralelamente, o escritório de advocacia Barci de Moraes, pertencente à família do ministro Alexandre de Moraes, prestou serviços ao banco de Vorcaro antes da intervenção do Banco Central.
Dias Toffoli também enfrentou críticas por manter-se como relator de um caso após reportagens indicarem que a Polícia Federal encontrou irregularidades em um fundo de investimento ligado ao Banco Master. O fundo em questão adquiriu participação em um resort no Paraná, anteriormente de propriedade de familiares do ministro.
Com informações da Agência Brasil
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