Boate Kiss: Justiça anula condenação dos quatro réus no caso de incêndio

Nesta quarta-feira (3), o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu anular a decisão do tribunal do júri, proferida em 10 de dezembro do ano passado, sobre o caso da Boate Kiss. Dois desembargadores votaram a favor da anulação do júri e um, contra.  A sessão ocorreu presencialmente na sala 805 do prédio-sede do TJ-RS, em Porto Alegre.

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Os recursos julgados hoje foram apresentados pelas defesas dos quatro condenados pelo incêndio na boate, que deixou 242 mortos. Cabe recurso. A previsão é de um novo julgamento, ainda sem data agendada.

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A defesa dos quatro presos alegaram nulidades no processo e no júri realizado entre os dias 1º e 10 de dezembro de 2021 no Foro Central. Eles consideram ainda que a decisão dos jurados é contrária à prova dos autos e requerem o redimensionamento das penas. Além disso, consideraram que a decisão não correspondeu às provas levantadas.

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Elissandro Callegaro Spohr, o Kiko, sócio da Kiss, havia sido condenado a 22 anos e seis meses de prisão em regime fechado. Mauro Hoffmann, também sócio da Kiss, tinha sido condenado a pena de 19 anos e seis meses de prisão. Vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos pegou a pena de 18 anos, mesma condenação de Luciano Bonilha Leão, produtor de palco da banda.

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Com informações da Gazeta Brasil

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