Aras montou ofensiva para blindar Bolsonaro de impeachment, diz livro

O pedido de demissão do então ministro da Justiça Sergio Moro, em abril de 2020, deflagrou um movimento silencioso do procurador-geral da República, Augusto Aras.

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Preocupado que as acusações do ministro demissionário gerassem uma movimentação pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro no Congresso, Aras ordenou uma ofensiva contra o personagem-chave em uma eventual tentativa de afastamento de Bolsonaro: o então presidente da Câmara Rodrigo Maia.

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A estratégia foi articulada pela subprocuradora Lindôra Araújo, com o aval de Aras. Logo após a demissão de Moro, Lindôra ordenou à sua equipe o desarquivamento de um inquérito contra Maia e a busca de novas provas contra ele.

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