Antonia Fontenelle debocha após expor Klara Castanho: 'Estou vendendo mais'

Em mais uma live no Instagram, Antonia Fontenelle voltou a ironizar os ataques que diz estar sofrendo por expor o caso envolvendo a atriz Klara Castanho.

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"Ataques orquestrados. Passei a noite com pessoas me ligando", disse ela, que, em tom de deboche, relatou que a reação das pessoas não afetou os seus negócios.

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"Morro de orgulho de mim. Estou vendendo mais perfume, mais gloss, como nunca vendi. Estou cheia de brasileiros lá fora pedindo encomenda de óculos. O nome disso é respeito e credibilidade."

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Em nenhum momento, Fontenelle se mostrou arrependida por ter exposto a situação de Klara Castanho, que foi vítima de estupro e vítima da violação do sigilo médico. A influencer chegou até a fazer comentários cruéis sobre a decisão da atriz de colocar o bebê --fruto do estupro-- para adoção, que é garantida por lei.

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Pouco antes da live, a influencer também usou as redes sociais para atacar a TV Globo, que apontou Fontenelle como uma das pessoas que corroboraram para a exposição do caso.

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"Eu acabei de ver uma matéria, que eu diria covarde, no Fantástico, me atacando, citando meu nome como a vilã de uma história macabra", disse ela. "Não fui eu a precursora dessa notícia, já sabia há um tempo, mas quando todo mundo começou a falar, eu também falei. O vilão dessa história é o estuprador. Que tal a gente ir para o cerne da questão? A moça relatou que foi estuprada, mas acho que vocês não estão preocupados com isso, não... Covardia", completou.

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Entenda o caso

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Klara Castanho não pretendia tornar a situação de foro íntima pública. Porém, uma enfermeria do hospital onde realizou o parto repassou a informação para o jornalista Leo Dias, que contou para Antonia Fontenelle.

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Durante uma live, a influenciadora revelou o caso. Ela não citou o nome de Klara, mas deu todos os índicios que levavam até a atriz. Na sequência, Leo Dias publicou uma matéria com detalhes do caso, incluindo local, data e peso da criança. A reportagem foi retirada do ar na noite de sábado após a repercussão negativa do caso.

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Entrega voluntária para adoção

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Em carta aberta, Klara revelou que descobriu a gravidez já em estágio avançado e resolveu ter a criança mesmo com o direito assegurado por lei de realizar um estupro. Na sequência, ela optou pela entrega voluntária do bebê para adoção, outro direito previsto na Constituição.

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A medida é garantida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prevê que as mulheres que engravidem e não tenham condições ou não queiram ficar com os bebês possam entregá-los para adoção sem serem responsabilizadas pelo ato.

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O processo é sigiloso tanto para a mãe como para a criança. A mulher é ouvida e acompanhada por uma equipe técnica. O Poder Judiciário monitora e autoriza o processo. O bebê é encaminhado para adoção por pessoas inscritas no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento.

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As informações são do TERRA

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