Amazonas integra força–tarefa nacional para combate e controle da malária entre os Yanomami

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), instituição vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), integra, a partir desta segunda-feira (06/03), a força-tarefa nacional para combate e controle de emergências de saúde aos Yanomami, nos municípios de São Gabriel da Cachoeira, Barcelos e Santa Izabel do Rio Negro, na região do Alto Rio Negro.

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A iniciativa faz parte do Centro de Operações de Emergência em Saúde - Yanomami (COE-Yanomami), do Ministério da Saúde, do qual a FVS-RCP passa a fazer parte. Juntos, esses três municípios somam mais de 7,8 mil indígenas Yanomami, conforme dados da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).

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As ações de saúde seguem até 20 de março e destacam o combate e controle da malária, devido essa doença ser uma das principais endemias que afetam os Yanomami na localidade. A estratégia conta, também, com apoio do Distrito Sanitário de Saúde Indígena Yanomami (DSEI Yanomami), em parceria com as demais esferas do governo estadual, federal e municipais.

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A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, enfatiza que os profissionais de saúde estão indo in loco para acompanhar e reforçar as ações de Vigilância em Saúde no território Yanomami. “Estamos no combate do agravo para encontrar soluções que promovam a saúde aos Yanomami. As ações são importantes para prevenir e tratar a doença, trazendo qualidade de vida ao povo Yanomami”, pontua Tatyana.

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Malária na terra Yanomami

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Em 2022, houve redução de 31% de casos de malária nas terras Yanomami. Foram 6.138 casos de malária registrados de janeiro a dezembro do ano passado. Em 2021, também de janeiro a dezembro, foram 8.913 casos da doença nessas localidades. Os técnicos da FVS-RCP também apoiam a execução das ações de prevenção e eliminação da malária nas comunidades indígenas.

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“Nossa equipe, em conjunto com os Distritos Sanitários, realizam testagem para investigação epidemiológica e diagnóstico da malária, além de busca ativa dos casos positivos, distribuição de mosquiteiros com inseticidas de longa duração e borrifações nas casas dos indígenas”, enfatiza Elder Figueira, chefe de Departamento de Vigilância Ambiental da FVS-RCP.

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Com informações da assessoria 

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