Início Mundo Trump elogia libertação de presos políticos na Venezuela e cancela novos ataques

Trump elogia libertação de presos políticos na Venezuela e cancela novos ataques


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou a soltura de um grupo de detentos na Venezuela, classificando o ato como um “sinal de paz” e um gesto inteligente por parte do governo de Nicolás Maduro. Em declarações divulgadas em redes sociais, Trump afirmou que a cooperação venezuelana foi decisiva para o cancelamento de uma segunda onda de ataques que estaria em planejamento contra o país sul-americano.


Gesto de Boa Vontade e Cooperação em Infraestrutura

Segundo o líder americano, a Venezuela está liberando um número significativo de presos políticos, demonstrando uma busca por entendimento. Trump destacou que os EUA e a Venezuela estão colaborando em projetos de reconstrução e modernização da infraestrutura de petróleo e gás do país, em uma escala considerável. A libertação dos detidos foi anunciada na quinta-feira pelo presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Jorge Rodríguez, que a apresentou como uma iniciativa unilateral de boa vontade do governo.


Entre os liberados estão a ativista venezuelana-espanhola Rocío San Miguel, detida desde fevereiro, e o ex-candidato à presidência Enrique Márquez. A soltura de prisioneiros políticos tem sido uma demanda recorrente da oposição venezuelana e de organismos internacionais.

Investimento em Petróleo e Foco em Cartéis

Trump também mencionou que a indústria petroleira planeja investir pelo menos US$ 100 bilhões (aproximadamente R$ 540 bilhões) na Venezuela, e que ele se reunirá com executivos do setor na Casa Branca. Em um contexto distinto, o presidente americano reiterou a intenção de realizar ataques terrestres contra cartéis de drogas em breve, criticando a influência dessas organizações no México.

A libertação dos presos políticos foi detalhada por Jorge Rodríguez como um gesto unilateral do governo interino, agradecendo a intermediação de figuras como o ex-premiê espanhol José Luis Rodríguez Zapatero e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, além do regime do Catar, em defesa do direito à vida e autodeterminação da Venezuela.

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