
O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Roberto Cidade (UB), solicitou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) a adoção de medidas emergenciais para restabelecer a trafegabilidade na BR-230/AM, na ponte sobre o rio Umari, em Lábrea. A estrutura está interditada desde 1º de fevereiro devido à subida das águas do rio Purus, que deixou a ponte completamente submersa.
Segundo o parlamentar, a interdição representa um risco iminente de isolamento para Lábrea e outros municípios do Sul do Amazonas, que dependem da rodovia como principal via de acesso. A BR-230 é fundamental para o transporte de alimentos, medicamentos, combustíveis – incluindo o necessário para a usina termelétrica local – e para o escoamento da produção regional.
“Todos nós sabemos que essa rodovia é indispensável para o transporte de alimentos, medicamentos e combustíveis, incluindo o que abastece a usina termelétrica local, além do escoamento da produção e do atendimento à população. Diante dessa emergência, manifesto aqui o compromisso com o bem-estar dos labrenses, atendo a manifestação das lideranças locais que me procuraram diante da situação, e solicito que o competente e atuante superintendente Orlando Alfaia adote medidas a curto prazo para evitar que Lábrea fique isolada e seja prejudicada no abastecimento e no desenvolvimento”, declarou Roberto Cidade, que detém o título de Cidadão Labrense.
Roberto Cidade ressaltou que a manutenção da interdição, embora tecnicamente necessária, gera graves prejuízos socioeconômicos. A situação agrava vulnerabilidades logísticas históricas da região e compromete o fornecimento de energia elétrica, podendo gerar efeitos sistêmicos em serviços essenciais.
Medidas solicitadas ao DNIT
Em requerimento enviado no último dia 4 de fevereiro, o presidente da Aleam pediu que o DNIT:
- Mobilize equipe técnica especializada para avaliação estrutural e definição célere das intervenções necessárias.
- Execute soluções provisórias ou alternativas de passagem, quando tecnicamente viáveis, para garantir o fluxo mínimo de veículos e cargas essenciais.
- Estabeleça um cronograma objetivo para a recuperação da estrutura e o restabelecimento definitivo da trafegabilidade.
- Articule com órgãos estaduais e municipais para mitigar os impactos logísticos enquanto a interdição perdurar.
Com informações da assessoria





