Polícia tentou resgatar Djidja Cardoso da casa da família em Manaus um mês antes de sua morte

foto: reprodução/Instagram

Agentes da Polícia Civil estiveram na casa de Djidja Cardoso um mês antes dela ter sido encontrada morta, em Manaus. No dia 24 de abril, parentes haviam registrado um Boletim de Ocorrência (BO) informando que ela estaria em cárcere privado.

Os familiares que denunciaram a situação de cárcere afirmaram queriam tirar a ex-sinhazinha da casa. Eles haviam criado um grupo de WhatsApp em um aplicativo de mensagem intitulado “Salvamento da Djidja” após a morte da avó da ex-sinhazinha.

“A gente tentou nos reunir algumas vezes para tentar tirar ela de lá. Mas a Djidja não quis sair de lá, porque foi registrado o BO como cárcere privado. A nossa intenção era a polícia ver o estado que ela se encontrava, o Samu ver o estado que ela se encontrava e levasse”, disse uma familiar que preferiu não se identificar.

Djidja Cardoso morreu na madrugada do dia 28 de maio, aos 32 anos. A principal hipótese da polícia é de que ela teve uma overdose de cetamina, substância anestésica que causa alucinações e dependência.

Com informações do G1