Início Educação Menina de Araguatins encanta Lula com relato sobre “mundo mágico” da leitura

Menina de Araguatins encanta Lula com relato sobre “mundo mágico” da leitura

Maria Angellyna Amorim, uma aluna de 8 anos da escola São Vicente Ferrer em Araguatins (TO), emocionou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Educação, Camilo Santana, ao descrever a alfabetização como a abertura de um “mundo mágico”. A declaração ocorreu durante um evento em Brasília nesta segunda-feira (23), onde a menina leu uma carta que escreveu.


A magia das palavras

“Agora conseguimos ler livros e escrever diferentes tipos de textos, como histórias, bilhetes e poemas”, disse Maria Angellyna, que cursa o terceiro ano do ensino fundamental. A escola da menina foi uma das 4.872 unidades reconhecidas com o selo nacional Compromisso com a Educação do governo federal.


“Quando lemos, sentimos que viajamos para outros mundos. As histórias nos fazem sonhar, imaginar e aprender coisas novas”, completou a estudante, visivelmente orgulhosa.

Avanço na alfabetização

O presidente Lula e o ministro Camilo Santana anunciaram que o Brasil alcançou 66% de crianças alfabetizadas na idade certa, um marco importante para o país. Essa meta reflete o compromisso com a educação básica.

Sonhos de professora

Na mesma ocasião, a professora alfabetizadora Maria Alice Alves, de Domingos Mourão (PI), compartilhou sua paixão pela profissão. “Não apenas os meus, mas o de cada criança que senta diante de mim com um lápis na mão e um mundo inteiro por descobrir”, afirmou.

Ela destacou que alfabetizar vai além de ensinar a ler e escrever. “É abrir caminhos, é construir sonhos, é criar possibilidades. A educação transforma vidas.”, ressaltou.

Educação sem barreiras

Katia Schweickardt, secretária de educação básica do Ministério da Educação, reforçou a importância do trabalho nas escolas. “É no chão da escola que o Brasil começa a mudar”, declarou.

A secretária enfatizou a necessidade de cooperação entre União, estados e municípios para a transformação educacional. “Nós não aceitamos mais um Brasil em que o lugar onde a criança nasce define se ela vai aprender ou não”, concluiu.

Com informações da Agência Brasil