Uma jovem de 21 anos alega que foi atendida em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Praia Grande, no litoral de São Paulo, e saiu de lá com um caco de vidro alojado nas suas costas.
O pedaço de vidro que ficou preso em Maria Luisa Rangel não foi percebido pelos médicos e só foi removido do corpo da jovem depois de quase um mês. A mãe da jovem, Jamile Rangel, acusa a UPA de negligência.
Maria Luísa tinha procurado atendimento médico porque sofreu um acidente doméstico. A mãe dela, Jamile Rangel da Silva, 40 anos, usou as redes sociais no dia 26 de fevereiro para enunciar o caso. Ela explicou que a filha machucou as costas porque caiu em cima de uma mesa de vidro.
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