Uma operação militar de grande escala, orquestrada pelos Estados Unidos, resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa. A ação, que segundo o jornal ‘New York Times’ teria deixado cerca de 40 mortos, marca um ponto de inflexão nas tensões entre os dois países. Em pronunciamento, o presidente americano Donald Trump declarou que os EUA assumirão a gestão da Venezuela, incluindo o controle de seus vastos recursos petrolíferos, até que um novo governo seja estabelecido.
Planejamento Detalhado e Execução Surpreendente
A ofensiva, denominada ‘Absolute Resolve’, foi o desfecho de meses de planejamento meticuloso e especulações sobre a intensificação da pressão americana sobre o regime de Maduro. Fontes indicam que a Delta Force, tropa de elite dos EUA, realizou ensaios detalhados, incluindo a simulação da invasão de um esconderijo do presidente venezuelano. A CIA teria mantido uma equipe em solo desde agosto, coletando informações cruciais sobre a rotina de Maduro, com o auxílio de um informante próximo ao líder, facilitando a captura. A decisão final de executar a missão foi tomada por Trump quatro dias antes da operação, apesar de sugestões militares para aguardar melhores condições climáticas.
Acusações e Futuro da Venezuela
Durante o anúncio da captura, Donald Trump reiterou as acusações de que Nicolás Maduro lidera um cartel de narcotráfico. A captura do presidente e sua esposa, que teriam sido levados a Nova York em um navio de guerra americano, ocorreu após uma série de ações de Washington, que incluíam o aumento da recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro e o reforço da presença militar no Mar do Caribe. A Casa Branca, que inicialmente justificou a mobilização militar como um combate ao narcotráfico internacional, passou a admitir, sob anonimato, que o objetivo final seria a deposição de Maduro. A declaração de Trump sobre o controle do petróleo venezuelano levanta novas questões sobre a soberania e o futuro econômico do país, enquanto o vice-presidente venezuelano afirmou que a nação não se tornará colônia.





