
A Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP15), realizada em Campo Grande, encerrou-se com um saldo positivo de conscientização ambiental e a promessa de novos projetos e pesquisas. A secretária Nacional de Biodiversidade, Rita Mesquita, destacou a importância do evento para a divulgação científica e o potencial da Casa do Homem Pantaneiro como espaço democrático.
Legado para a cidade e o futuro
Rita Mesquita expressou satisfação com os resultados e a receptividade do público. “A gente ficou muito satisfeito com os resultados e com a grande receptividade de todos que foram lá visitar”, afirmou em entrevista à imprensa.
A conferência deixa como legado a criação do Bosque da COP15, um novo espaço verde urbano, e o fomento à pesquisa científica. Foi lançado um edital direcionado a pesquisadores, universidades e centros de pesquisa brasileiros para estudos sobre espécies e rotas migratórias, que será publicado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Parcerias e educação ambiental
A COP15 também serviu como plataforma para a troca de conhecimentos e o estabelecimento de parcerias. Um dos participantes mencionou a oportunidade de conhecer mais sobre o tema e multiplicar o aprendizado. “Então, eu vim estabelecer parcerias a fim de desenvolver projetos, transformar o que a gente vai aprender aqui hoje em processos pedagógicos”, disse.
A secretária ressaltou o esforço compartilhado e integrado entre todos os níveis e entes, com diversas parcerias. “É pensar que a gente está aqui construindo alguma coisa também para olhar para o futuro e ter um legado para a cidade. Isso foi muito bacana e foi um esforço compartilhado, integrado por todos os níveis, entes, com muitas parcerias”, completou.
Com informações da Agência Brasil





