A licença do pastor Milton Ribeiro do comando do Ministério da Educação deve fazer com que saia da PGR o inquérito que apura se Ribeiro e outros pastores integraram um gabinete paralelo com pedidos de propina na pasta. A investigação foi solicitada pela PGR na última quarta-feira (23) e autorizada pelo STF na quinta-feira (24).
Como Milton Ribeiro perderá o foro privilegiado com a saída do ministério de Jair Bolsonaro, a investigação deve descer de instância, segundo interlocutores da PGR. A tendência é que a apuração seja transferida para o MPF no Distrito Federal, junto à Justiça Federal.
Próximos a Milton Ribeiro, os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura também são alvos da PGR, suspeitos de pedir propina para destravar acesso a recursos do ministério. Segundo prefeitos, os pedidos ilegais incluiriam compra de Bíblias e até entrega de ouro.
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