
A Caixa Econômica Federal realiza nesta terça-feira (24) o pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 7. O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com os adicionais, a média sobe para R$ 690,01.
Bolsa Família em fevereiro
Neste mês, o programa de transferência de renda do Governo Federal atenderá 18,84 milhões de famílias, com um investimento total de R$ 13 bilhões. Além do valor base, o programa oferece adicionais que podem aumentar o montante recebido.
Calendário e consulta do benefício
O pagamento do Bolsa Família segue o modelo tradicional, ocorrendo nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários podem consultar detalhes sobre as datas, valores e composição das parcelas através do aplicativo Caixa Tem, que também é utilizado para gerenciar as contas poupança digitais.
Pagamento unificado em cidades afetadas
Em 171 cidades de oito estados, o pagamento foi unificado na última quinta-feira (12), independentemente do NIS. Essa medida contemplou municípios do Rio Grande do Norte (122 cidades), Bahia (14), Paraná (12), Sergipe (11), Roraima (6), Amazonas (3), Piauí (2) e Santa Catarina (1). Essas localidades foram selecionadas por enfrentarem situações de estiagem, chuvas intensas ou por abrigarem povos indígenas em vulnerabilidade. A lista completa dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Mudanças no programa em 2024
Desde o início de 2024, os beneficiários do Bolsa Família não sofrem mais o desconto referente ao Seguro Defeso. Essa alteração foi oficializada pela Lei 14.601/2023, que reestruturou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso era destinado a pescadores artesanais que ficavam impossibilitados de exercer a atividade durante o período de reprodução dos peixes (piracema).
Regra de proteção do Bolsa Família
Em fevereiro, aproximadamente 2,51 milhões de famílias se encontram sob a regra de proteção. Esta regra permite que famílias com membros que conquistaram empregos e melhoraram a renda continuem recebendo 50% do benefício por até dois anos, desde que a renda por integrante não ultrapasse meio salário mínimo. A partir de 2025, o tempo de permanência nesta regra será reduzido para um ano, mas a mudança só afetará as famílias que ingressarem na fase de transição a partir de junho de 2025.
Com informações da Agência Brasil





