
A bolsa brasileira registrou mais um dia de alta e se aproximou da marca inédita de 186 mil pontos, impulsionada pelo otimismo do mercado. O Ibovespa, índice da B3, fechou o pregão desta terça-feira (3) em 185.674 pontos, com uma valorização de 1,58%.
Fatores que impulsionaram a bolsa
O desempenho positivo foi sustentado principalmente pelas ações de mineradoras. Além disso, a divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) reforçou a expectativa de que o Banco Central (BC) pretende reduzir a taxa básica de juros, o que é visto de forma favorável pelo mercado financeiro.
Dólar opera com pouca variação
No mercado de câmbio, o dólar comercial apresentou mais oscilações ao longo do dia. Após uma queda expressiva pela manhã, a moeda americana encerrou o dia vendida a R$ 5,25, registrando um recuo de apenas 0,15%. No acumulado do ano, o dólar acumula uma queda de 4,38%.
A cotação do dólar chegou a atingir R$ 5,20 na mínima do dia, por volta das 11h30. No entanto, o ritmo de queda diminuiu no período da tarde, influenciado pela redução do otimismo no mercado internacional e por especulações sobre os futuros diretores do Banco Central.
Indicações para o Banco Central
Na manhã desta terça-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou em entrevista a uma rádio que enviou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva as indicações de Guilherme Mello para a Diretoria de Política Econômica do BC e de Tiago Cavalcanti para a Diretoria de Organização do Sistema Financeiro.
Guilherme Mello, que ocupa a posição de Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda desde 2023, enfrenta resistência no mercado financeiro devido a posições consideradas heterodoxas. As indicações ainda estão sob análise do presidente Lula, que não definiu os nomes.
Com informações da Reuters





