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Beneficiário do Auxílio Brasil receberá adicional de R$ 200 mensal se conseguir emprego, diz João Roma

O ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), afirmou nesta quinta-feira (28) que os beneficiários do Auxílio Brasil, programa de transferência de renda do governo federal, vão receber um valor adicional caso consigam um emprego.

DB Atacado e Varejo

De acordo com ele, além de garantir a continuidade dos pagamentos por dois anos após a conquista do trabalho formal, os beneficiários também terão aumento de R$ 200 mensais, considerado um estímulo para a emancipação dos cidadãos.

“É uma mudança também na concepção da forma como o Estado brasileiro trata o cidadão mais necessitado. Antes, se conseguia um emprego perdia o benefício. No Auxílio Brasil, se o beneficiário consegue um emprego com carteira assinada, ele tem a garantia de permanência por mais dois anos e benefícios de mais R$ 200. É aproximar o Estado das camadas mais pobres da população, buscando promoção dos cidadãos para que possam superar a condição pobreza”, disse Roma à Jovem Pan.


Relator da MP do Auxílio Brasil na Câmara e pré-candidato ao governo da Bahia, o deputado citou ainda o Estado para explicar a importância da extensão do novo programa, que substituiu o Bolsa Família.


“No Estado da Bahia, por exemplo, mais de duas milhões de famílias são beneficiadas com o Auxílio Brasil. São mais famílias recebendo do que pessoas com carteira assinada no Estado. Dá para ter noção da importância do fortalecimento de programas como o Auxílio Brasil, que vai além do valor e da estrutura de proteção social”, disse João, reafirmando que o programa muda a maneira como o governo brasileiro “trata o cidadão mais necessitado”.


“Auxílio Brasil consegue trazer justiça social”, completou o ex-ministro na entrevista.

A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 1076/2, que viabiliza o pagamento de R$ 400 do Auxílio Brasil, nesta quarta-feira (27). Na ocasião, Roma aceitou a emenda do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), que tornou o benefício permanente.

Inicialmente, a proposta apresentada pelo governo federal contemplava pagamento apenas durante 2022. O relator, no entanto, recusou a ampliação do valor a R$ 600 por considerar uma “manobra arriscada”.

“Uma vez que isso seria um incremento de benefício em pleno ano eleitoral e isso iria ferir a legislação, o presidente seria obrigado a vetar e famílias brasileiras seriam prejudicadas. Seria naturalmente uma manobra muito arriscada da Câmara mexer no valor”, disse.

Com informações da Gazeta Brasil