
A estudante de medicina Roberta Jérsyka Oliveira Brasil Soares, de 35 anos, estava orando no momento em que foi presa pela polícia durante o ato golpista de 8 de janeiro, que culminou na depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília.
É o que alega a defesa da aluna da USP em pedido de habeas corpus protocolado nesta semana no Supremo Tribunal Federal (STF). Em janeiro, o Metrópoles contou a história da estudante a partir do relato da mãe dela, viúva de militar que implorou para a filha não viajar de São Paulo a Brasília para participar do ato golpista.
“A universitária foi detida enquanto orava, não estando com qualquer armamento ou sequer qualquer tipo de objeto que fosse possível quebrar algo. Ademais, há câmeras por todos os lados no Congresso Nacional, o que facilmente demonstra a inocência da paciente”, afirma a advogada Carolina Barreto Siebra, que representa Roberta Jérsyka.
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