
A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) anunciou o Dia S, uma campanha integrada que ocorrerá de 5 a 15 de março em todos os municípios do estado. O objetivo principal é reforçar a vacinação e intensificar a vigilância epidemiológica contra o sarampo e a rubéola, doenças preveníveis por imunização.
Busca ativa e vigilância ampliada
Durante o período do Dia S, a FVS-RCP ampliará a identificação de casos suspeitos, incluindo aqueles que possam não ter sido devidamente notificados. As ações envolvem a revisão de registros, monitoramento de atendimentos médicos, investigação de sintomas compatíveis com as doenças e articulação com escolas e outros setores da sociedade.
A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, destacou que a preparação para a campanha começou semanas antes, com alinhamento técnico junto aos municípios. “A proposta é que esse período de prevenção ocorra de forma coordenada, com equipes bem informadas e articuladas, ampliando a capacidade de resposta em saúde pública”, afirmou Amorim.
Manutenção da certificação de país livre do sarampo
Angela Desirée, gerente de Imunização da FVS-RCP, relembrou que o Brasil reconquistou em 2024 o certificado de país livre do sarampo, um feito que exige a continuidade das estratégias de vacinação. “O certificado foi alcançado a partir da intensificação das ações de imunização e do incentivo a estratégias como o Dia S, que aproximam a vacina da população”, explicou.
Esquema vacinal recomendado
A FVS-RCP reforça que a vacinação é a forma mais eficaz de prevenir o sarampo e a rubéola. A vacina tríplice viral, disponível gratuitamente pelo SUS, protege contra sarampo, rubéola e caxumba. Manter a caderneta de vacinação atualizada é essencial para a proteção individual e coletiva.
- Crianças de 12 meses: Primeira dose da tríplice viral.
- Crianças de 15 meses: Tetra viral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela).
- Pessoas de 5 a 29 anos: Duas doses da tríplice viral (se não vacinadas ou com esquema incompleto).
- Pessoas de 30 a 49 anos: Uma dose da tríplice viral (se não vacinadas).
- Profissionais de saúde: Duas doses da tríplice viral, independentemente da idade.
Com informações da Agência Amazonas





