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Abril Azul: Governo fortalece inclusão de jovens com TEA por meio do esporte no Pelci

Foto: Divulgação/Sedel

No mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), o Governo do Amazonas destaca o papel do esporte como ferramenta de inclusão e transformação social por meio do Programa Esporte e Lazer na Capital e Interior (Pelci), coordenado pela Secretaria de Estado do Desporto e Lazer (Sedel). A iniciativa atende atualmente 58 crianças e adolescentes com necessidades específicas, garantindo acesso a atividades esportivas com acompanhamento adequado.


De acordo com o secretário de Estado de Desporto e Lazer (Sedel), Diego Américo, iniciativas como essa reforçam a promoção da igualdade de oportunidades. “O Pelci é uma política pública que promove inclusão, desenvolvimento e cidadania. No mês de conscientização sobre o autismo, reforçamos nosso compromisso para que todos tenham acesso ao esporte, respeitando suas individualidades e potencializando talentos”, afirmou.


Entre as modalidades ofertadas, o kart vem se consolidando como um espaço de expressão, disciplina e construção de sonhos para jovens com TEA. No núcleo, três alunos se destacam pelo envolvimento e evolução na prática: Mauro Furtado, Júlio César de Souza e Bruno Pinheiro.

É nesse ambiente que as histórias começam a ganhar forma. Para muitos jovens, o primeiro contato com o esporte também representa o início da construção de objetivos de vida, como destaca o aluno Mauro Furtado. “Sou apaixonado por velocidade desde pequeno, e é isso que mais me motiva aqui dentro do projeto. É o que eu mais gosto na modalidade e o que me faz querer evoluir cada vez mais”, afirmou.

A presença de jovens com TEA nas atividades do Pelci reforça o compromisso do programa com a inclusão, promovendo não apenas o acesso ao esporte, mas também ganhos significativos em aspectos como socialização, disciplina, concentração e autoestima.

Com foco no futuro, Mauro também já projeta os próximos passos dentro do automobilismo. “Eu sei que chegar à Fórmula 1 é algo muito difícil, que exige não só talento, mas também oportunidades e estrutura. Por isso, penso em seguir no esporte e, no futuro, competir em categorias como o rally, que hoje vejo como um objetivo possível dentro da minha realidade”, completou.

Atualmente, o Pelci conta com 37 núcleos na capital e cinco polos no interior, reunindo cerca de 4.250 alunos matriculados. Desde sua criação, há quatro anos, o programa já alcançou mais de 15 mil crianças e adolescentes em todo o Amazonas, consolidando-se como uma das principais políticas públicas de inclusão social por meio do esporte.

Com informações da assessoria