Início Manaus Compensa recebe Festival OPA! Paralímpico com atividades esportivas gratuitas nesta quarta-feira (16)

Compensa recebe Festival OPA! Paralímpico com atividades esportivas gratuitas nesta quarta-feira (16)

Foto: Divulgação

Moradores da Compensa e de bairros próximos terão acesso gratuito ao esporte paralímpico nesta quarta-feira (16). A 4ª edição do Festival OPA! Paralímpico Manaus levará atividades esportivas adaptadas para a Escola Estadual Áurea Braga, ao lado da sede do Governo do Amazonas. Das 8h às 11h, crianças, adolescentes e pessoas com deficiência poderão experimentar modalidades como bocha paralímpica, vôlei sentado, futebol de 5 e basquete em cadeira de rodas.

DB Atacado e Varejo

Realizado pela Associação dos Delegados de Polícia do Amazonas (ADEPOL-AM), o projeto é coordenado pelo profissional de Educação Física Guilherme Carvalho e busca ampliar o acesso ao esporte adaptado nas comunidades de Manaus. O projeto percorre diferentes comunidades de Manaus com a proposta de ampliar o contato da população com o esporte paralímpico. Cada edição tem como meta alcançar cerca de 1.500 pessoas.

Comitê Paralímpico Brasileiro


A iniciativa tem como referência o Programa Transforma, criado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro em 2016. O projeto utiliza o esporte como ferramenta de convivência e inclusão. A programação também busca mostrar que as modalidades paralímpicas podem ser praticadas por diferentes públicos.


Programação

Durante o evento a comunidade poderá participar dos jogos: paratênis de mesa; vôlei sentado/ paravôleia; parabadminton; paraatletismo; bocha paralímpica; futebol de 5. As atividades serão acompanhadas por profissionais capacitados. A programação é aberta para pessoas com e sem deficiência.

Mário Jumbo Miranda Aufiero, idealizador e realizador do projeto OPA! pela ADEPOL-AM, afirma que a iniciativa busca levar o esporte para mais perto das comunidades. A proposta é criar oportunidades de inclusão por meio de atividades que possam ser vivenciadas por pessoas com e sem deficiência.

Já Guilherme Carvalho, coordenador do projeto, afirma que a experiência também pode contribuir para reduzir preconceitos. O contato direto permite que crianças com deficiência se reconheçam como potenciais atletas e que outras crianças aprendam sobre inclusão.

Com informações da assessoria