
O vice-governador do Amazonas, Tadeu de Souza, declarou que o estado vive um momento de transformação estrutural, posicionando-se como a nova fronteira energética do Brasil e um polo estratégico para o desenvolvimento industrial. A afirmação foi feita durante a 322ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração da Suframa (CAS), em Manaus, presidida pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.
Gás natural e segurança jurídica impulsionam investimentos
Tadeu de Souza ressaltou que os investimentos no setor de gás natural, a segurança jurídica trazida pela reforma tributária e a atuação do Conselho de Desenvolvimento do Estado (Codam) fortalecem a indústria amazonense. Esses fatores, segundo ele, tornam o Amazonas um destino competitivo para novos investimentos, com potencial de gerar empregos e renda.
“Investimento aqui é investimento certo. Nós somos, além de um polo de desenvolvimento do Brasil, também somos a nova fronteira energética do Brasil”, enfatizou o vice-governador, reforçando a importância da presença de Geraldo Alckmin em Manaus para a reunião da Suframa.
Polo Industrial de Manaus atrai novos setores
O Polo Industrial de Manaus (PIM) demonstrou capacidade de adaptação para atrair investimentos em setores da nova economia, como data centers, semicondutores e indústria petroquímica. Na reunião do CAS, foram aprovados 83 projetos industriais e de serviços, totalizando R$ 1,17 bilhão em investimentos e R$ 7,29 bilhões em faturamento projetado, com expectativa de 2.880 novas vagas de emprego.
Setor eletrônico em expansão
O polo eletrônico foi o destaque, com previsão de 738 novos empregos e investimentos superiores a R$ 105 milhões. O vice-presidente Geraldo Alckmin celebrou o desempenho da Zona Franca de Manaus (ZFM), citando recordes de emprego, investimento e faturamento em áreas como eletroeletrônicos, ar-condicionado e motocicletas.
Números do PIM em 2026 e 2025
O PIM iniciou 2026 com faturamento de R$ 18,28 bilhões em janeiro, mantendo estabilidade no emprego com 129.522 postos. Em 2025, a indústria amazonense alcançou um faturamento recorde de R$ 227,67 bilhões, um crescimento de 11,02% em relação ao ano anterior.
Com informações da Agência Amazonas





